Às vezes, a arte nos reserva surpresas em lugares inesperados. Recentemente, na Praia de Panaquatira, tive o prazer de conhecer três irmãs talentosíssimas: Radhyja, Raphysa e Rayssa. Acompanhadas pela avó, elas carregam consigo a disciplina e a sensibilidade de quem estuda no renomado Ballet Olinda Saul, em São Luís.
Multitalentosas e dedicadas Cada uma delas já desenha sua própria trajetória no mundo das artes:
Raphysa, a mais velha, dedica-se ao Ballet e é apaixonada pela língua inglesa.
Rayssa e Radhyja dividem seu tempo entre a dança, a música e as artes visuais.
A pequena artista visual
Nas fotos que acompanham este post, destaco a Radhyja. Fiquei impressionado com a maturidade de seus trabalhos bidimensionais. Mesmo tão jovem, ela já domina conceitos complexos como profundidade e perspectiva em suas pinturas — habilidades que muitos artistas levam anos para refinar.
O suporte da família é contagiante! A avó, grande incentivadora, já garantiu todo o aparato necessário: cavalete, pincéis, lápis e tintas. Mas o que mais me encantou foi a autoconfiança da pequena. Ao ser questionada, ela logo corrige com um sorriso: "Não sou desenhista, sou artista plástica!".
Sincronicidade
Coincidência ou não, descobrimos que compartilhamos o sobrenome Costa. Se depender do talento e da determinação que vi naquela tarde, não tenho dúvidas de que o nome dessa pequena artista ainda brilhará muito nos catálogos de arte.

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